Uma composição que explora as incertezas e as decisões que moldam nossa existência. Através do jogo entre o ‘sim’ e o ‘não’, a letra mergulha na complexidade das relações humanas e na importância de não se fechar em si mesmo. É um lembrete poético de que, apesar das desilusões e das defesas que criamos, a verdadeira liberdade está em se permitir sonhar, fazer o bem e deixar a vida fluir como um trem que segue seu curso.
Sim ou não e tentar sorrir
É querer sonhar e se permitir
Sim e sim é não ter mais fim
E queimar seu eu pra tentar fugir
Não esqueça de amar alguém
Fazer o bem
Deixar correr o trem
Sim e deu é calar alguém
Não ouvir a Deus só pensar nos seus
Não. talvez, é desilusão
Mas querer voltar dar chances pro amor
Não esqueça de amar alguém
Fazer o bem
Deixar correr o trem
Não esqueça de amar
Fazer
Deixar
Correr
Não esqueça de amar alguém
Fazer o bem
Deixar correr o trem
Deixar
correr o trem